sábado, 22 de março de 2008

He's the (dead) man!




Após um longo período afastado pelo mal necessário nº1, e traumatizado por ele, volto para discutir um assunto polêmico: religião. Foi o primeiro assunto que me aconselharam a NÃO escrever, mas minha mente independente e compulsiva não me obedece. Um dos motivos pelo qual escolhi este tema é a data em que estamos, hoje comemora-se a morte de Cristo. Coisa entranha não? Devemos comemorar a morte daquele que nós "louvamos"? Sim, a religião está cheia de mistérios, muitos deles calados pelos dogmas. É muito difícil falar sobre religião sem causar problemas com os mais fervorosos. Antes de tudo quero dizer que, como autor do blog, não tenho nada contra nenhuma religião. No fundo acho que ela é algo construído para suprir o sentimento de solidão do ser humano e para preencher o espaço aberto por nossa contestação. Apesar de várias críticas no fundo todos nós recorremos ao "além" quando precisamos de uma forcinha. E se pararmos para pensar, só lembramos de Deus quando precisamos e mesmo assim nos consideramos católicos e etc. Deveríamos ter a nossa religião. Ela se chamaria "Brasileirinha Sagrada", porque na hora do aperto nós fazemos uma fezinha e damos um típico jeitinho brasileiro com o além.
Bom, voltando ao feriado, lembro que quando ia à igreja ouvia o padre falar sobre a semana santa. Ralhava dizendo que era um feriado santo e que as pessoas consideravam-no um "feriadão" onde o que prevalecia era a diversão. Bom, sinto muito, mas prefiro muito mais dedicar esse tempo ao lazer do que ficar de luto por alguém que conheço por livros. Nada contra os beatos e beatas que se desidratam nesses dias. Um dos motivos para não seguir à risca esse feriado é o que já disse anteriormente. Comemoramos (sim comemoramos porque é feriado) a morte de Cristo! Precisa dizer mais alguma coisa?! (...) E se este feriado tem realmente algum fundamento didático, porque no fim nos presenteamos com toneladas de ovos de chocolate?
Se quiséssemos atrair e educar as crianças sobre a pessoa magnífica que foi Jesus Cristo deveríamos seguir este exemplo:



Para finalizar, estranhezas à parte, cada um com sua religião. Está na constituição (eu acho) que cada cidadão é livre para seguir sua religião, seja ela católica, pseudocatólica, evangélica, protestante, crente, budista etc.. Eu (já desisti de tornar este blog impessoal) não tenho uma religião definida. Vejo muito mais domínio ideológico do que uma religião propriamente dita. As que mais me parecem manter o foco são a Espírita e a desconhecida Druidista. Por enquanto me considero Deísta, mas já fui católico fervoroso; fazia o "nome-do-pai" toda vez que ouvia o nome do vizinho lá de baixo; depois me tornei um católico normal, depois um pseudocatólico e agora estou onde estou. Talvez no futuro eu mude, pra melhor espero; afinal este é o fundamento de todas as religiões.

Bom, considerações finais. Sobre as religiões em geral, não tenho nada a comentar. Mas sobre os fanáticos, procurem ajuda e rápido, antes que vocês iniciem outra cruzada!

Para finalizar, uma tirinha em inglês e uma certa "alfinetada". ENJOY
Até algumas horas no post de páscoa!



2 comentários:

Anônimo disse...

:O
a prova de biologia foi chocante!! HAHA
adorei a tirinha: "tenta em inglês" foi o melhor...
sabe... eu nao vou criticar tanto porque se nao vou pra fogueira
HAHA
brincadeira. como sempre um leve (pesado) toque de humor inteligente!
também sou leitor! hasta...

-- crunch-crunch

Anônimo disse...

Ter total impessoalidade em um blog é difícil, ainda mais em temas singulares.

Independente de religião acho que todos deveríamos seguir o Preceito Cristão (amar ao próximo, caridade, etc.).
De uma maneira geral gosto muito das religiões que pregam o desapego material, mas percebi que posso me ‘sentir bem/viver’ sem seguir uma diretamente... é mais ou menos um religião pessoal que reuni todos os conceitos que considero corretos.
Nunca fui beata, mas já fui muito mais religiosa do que sou hoje. rsrsrrsrs

Hahaha
Adorei tirinhas!!!